A revisão de taxonomia trouxe algo que eu não esperava: descobrimos que quase 30% dos tickets que chegavam como "dúvida geral" eram na prática pedidos de cancelamento mal formulados. Isso mudou completamente como alocamos o tempo dos agentes.
Como outras equipes de suporte
usam a Aljava no dia a dia
Relatos de operações reais — sobre o que mudou, o que levou tempo para ajustar e onde o impacto foi mais visível.
Página InicialRelatos de quem passou pelo processo
As primeiras duas semanas do período de ajuste foram bem movimentadas — ajustes diários nas definições de categoria. Mas na terceira semana a coisa estabilizou. O que eu mais valorizo é que o rascunho não bloqueia nada: se o agente quiser ignorar, ignora. Isso foi decisivo para a adesão da equipe.
O que funcionou bem para nós foi o Programa de Capacitação, porque não queríamos só configurar — queríamos que a equipe entendesse o processo. O material de base de conhecimento ficou mais completo do que eu esperava, e a sessão de entrega para a liderança foi bem estruturada.
Esperava uma solução mais tecnológica — ferramentas novas, dashboards. A Aljava é mais sobre documentação e processo do que sobre software. Demorei pra entender isso, mas os runbooks que ficaram foram muito úteis quando contratamos dois agentes novos logo depois.
A parte que mais me surpreendeu foi a consistência de classificação. Antes, dois agentes podiam classificar o mesmo item de formas diferentes dependendo do dia. Depois da taxonomia com as definições escritas, isso praticamente sumiu. O onboarding de novos agentes também ficou mais curto.
A tabela de volume por categoria que veio na taxonomia inicial foi o dado que levamos para a diretoria justificar a contratação da configuração. Sem aquele número, teria sido difícil mostrar onde estava o tempo perdido na triagem manual.
Três operações, três pontos de entrada
A equipe de quatro agentes gastava em média 8 minutos por ticket apenas para decidir o que fazer com ele antes de responder. Não havia categorias definidas — cada agente criava suas próprias etiquetas locais.
Revisão de Taxonomia com seis meses de histórico de e-mails e chats. Resultado: 7 categorias principais, definições escritas com 12 casos-limite documentados. Identificamos que 38% dos tickets se enquadravam em apenas duas categorias.
Tempo de decisão inicial caiu para menos de 2 minutos por ticket. A tabela de volume por categoria foi usada para redistribuir os horários de pico da equipe no mês seguinte.
Equipe de dois agentes recebia solicitações por dois canais diferentes sem critério unificado de triagem. Bugs técnicos, pedidos de acesso e dúvidas de uso chegavam misturados na mesma fila.
Configuração do Assistente com taxonomia de 5 categorias, escada de escalada escrita para bugs críticos e treinamento de agentes em uma tarde. Quatro semanas de ajuste com revisão semanal de precisão. Precisão de classificação chegou a 88% na semana 4.
Bugs críticos passaram a chegar ao time técnico em menos de 1 hora útil (antes ficavam misturados na fila). A equipe manteve a configuração internamente sem necessidade de suporte adicional após o encerramento do projeto.
Time maior com alta rotatividade de agentes. Cada nova contratação levava 3–4 semanas para chegar ao nível de eficiência esperado porque não havia documentação de processo acessível.
Programa de Capacitação de três meses. Taxonomy com 9 categorias, base de conhecimento usada simultaneamente por agentes e por uma seção de autoatendimento no site, sessões de coaching mensais e runbooks detalhados por canal.
Tempo de onboarding de novos agentes caiu de 3–4 semanas para cerca de 8 dias úteis. A liderança de suporte recebeu a entrega formal com todos os documentos e conduziu dois processos de onboarding sem envolvimento externo após o término.
Manaus, AM
Sáb: 09h–13h
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